Editorial Tatuí n.5

por Tatuí

Dando continuidade à empreitada de propor discussões acerca de assuntos que nos têm provocado inquietações, a Tatuí número 5 adensa o conjunto de esforços que formam um observatório dos aspectos da arte atual ao convidar artistas, críticos e pesquisadores a problematizar a relação que a produção artística brasileira tem instaurado com o “passado”.

Neste começo de século XXI, é possível perceber – não só nas artes visuais, como em outras linguagens – um evidente interesse pelo manancial de construções sócio-culturais desenvolvidas por gerações anteriores. Diferentemente da preocupação ou entusiasmo com o futuro que marcou parte da produção do começo do século XX, artistas de agora se dedicam a múltiplas abordagens do “passado”: nostálgicas, críticas, identitárias, fetichistas?

Diante das várias possibilidades de aproximação com esse “passado”, sublinhamos a pertinência em analisar e contextualizar tal fenômeno da contemporaneidade. Nesse sentido, acreditamos que as reflexões presentes neste novo número da Tatuí se dão à construção de pensamento acerca da arte por aqui produzida.

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